quarta-feira, 25 de março de 2015

Trabalho voluntário 

O trabalho é um conceito tão ligado à natureza e vida humanas que dificilmente paramos para refletir sobre ele. Sua valoração sofreu modificações ao longo da história - dê sua aparição no livro gênesis da Bíblia como condenação que acompanha a perda do paraíso; passando pela Grécia Antiga, onde o trabalho cabia aos escravos, ficando, os cidadãos, livres para a reflexão e a participação na vida política da cidade; atravessando a Idade Média, onde o trabalho cabia àqueles que não nasceram nobres nem seguiam a vida eclesiástica; até o início da Primeira Revolução Industrial, onde o trabalho aparecerá na forma como o conhecemos hoje, a venda da mão-de-obra para o capital - cada sociedade deu-lhe um valor ou um significado, mas nenhuma existiu sem ele.
No capitalismo, a sociedade, a grosso modo, divide-se entre aqueles que detêm o capital e aqueles que, por só possuírem sua força de trabalho, a vendem. Assim, a noção do trabalho 'verdadeiro' sempre esteve ligada à idéia de auferir ganho com esta atividade e o trabalho voluntário, quando surgiu, foi considerado como atividade para pessoas desocupadas. Todavia, esta noção está mudando.
A incapacidade do Estado de suprir as necessidades básicas de seus cidadãos, principalmente dos menos favorecidos, levou a iniciativa privada a assumir tarefas que antes eram consideradas exclusivas do Estado, o que se chamou de Terceiro Setor. A origem da expressão está ligada ao fato de que o Estado é considerado o primeiro setor e, por sua vez, o mercado, apenas voltado à geração de lucro, o segundo setor. Assim, organizações não governamentais e entidades filantrópicas substituem o Estado naquilo que ele é insuficiente para prover à população e, para tanto, estas entidades necessitam de pessoas dispostas a trabalhar, não por dinheiro, mas pela satisfação de ajudarem o próximo, por solidariedade. Esta modalidade de trabalho voluntário já era comum no que se denomina de serviço religioso cujo intuito de ajudar está ligado à caridade cristã.
O Terceiro Setor não prescinde da caridade cristã, todavia vai além, pois o trabalho voluntário busca, sempre, a satisfação de um ideal, que pode ser espiritual ou uma causa social ou ambiental. O trabalho voluntário é a solidariedade aplicada ao próximo, que não busca uma retribuição material.



O homem como ser social

terça-feira, 17 de março de 2015

O homem com um ser 
O homem é um ser social, já que depende do outro para viver e também, porque o outro pode influenciar na maneira como se convive com si mesmo e com aquilo que se faz. O homem é fraco para viver sozinho? Sabe-se que alguns ainda não aprenderam a viver em sociedade e ainda estão acordando para o fato de que conviveu, isso significa levar em consideração o semelhante com todas as suas características próprias. “ A Política” de Aristóteles “O home como um ser social” 
Exercícios da apostila: 
1. a) “ Nasceu é ao mesmo tempo nascer do mundo e nasceu no mundo”. Merleau- Ponty quis demonstrar nessa frase, que nascer não é uma dadiva e sim uma conquista
 b) “Nunca há determinismo e nunca há escolha absoluta, nunca sou coisa e nunca sou consciência nua” O home nasce aberto ao mundo com um campo de possibilidades, mas ao mesmo tempo ele é limitado por esse mesmo mundo. Assim, não há determinismo ne escolha absoluta.
 c) “Sou livre, não a despeito ou aquém dessas motivações, mas por seu meio”. Merleau Ponty quis demonstrar nessa frase, o livre arbítrio para fazer o que quiser, desde que isso não prejudique o próximo.


1) Para Merleau-Ponty, a liberdade não é uma dádiva, mas sim uma conquista, realizada pelo homem no mundo (através da ação do homem no mundo). Não se pode dizer que há uma liberdade absoluta, a liberdade é a possibilidade de superar uma situação de fato. “Nascer é ao mesmo tempo nascer do mundo e nascer no mundo.
http://suelymonteiro.blogspot.com/2011/03/liberdade-em-merleau-ponty.html

2) “Nunca há determinismo e nunca há escolha absoluta, nunca sou coisa e nunca sou consciência nua” (Merleau-Ponty)
O homem nasce aberto ao mundo, com um campo de possibilidades disponíveis, mas ao mesmo tempo ele é limitado por esse mesmo mundo. Assim não há determinismo, e nem escolha absoluta. É impossível que o homem seja livre em algumas ações e determinado em outras. O homem nunca é somente coisa e nunca somente consciência pura. O homem não pode ser determinado do exterior, porque para que algo pudesse determinar o homem seria necessário que ele fosse uma coisa.


3) Nesta questão podemos colocar em conta 2 pensamentos.

1º: Classes mais carentes que não tem contato as tecnologias e as classes mais ricas que estão todo o tempo conectados. Porem este pensamento é mais antigo e hoje temos diversas maneiras para fazer com que esse recurso chegue também aos mais necessitados como redes wifi livres e ate mesmo ONG que tem salas de computadores disponíveis.
Em suma, a internet passa a deixar de ser uma peneira e se torna uma janela para o conhecimento.
2º: Pessoas que por terem começado a mexer agora na internet tem mais difuldades do que aqueles em que o contato iniciou-se cedo, conhecidos como geração Y, nessa era digital.






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